A cada dia um
novo aprendizado. Estou numa fase de descobertas. Internas e externas.
Encontrei uma Priscila nunca antes imaginada. Uma menininha que se conhece nos
prazeres da vida e tenta amadurecer lentamente. Efeitos exteriores fazem parte
desse descobrimento. Prestes a chegar aos vinte, estou num momento de
insegurança. Tem dias em que durmo pensando no que vou fazer quando me formar e
acordo planejando os afazeres de um novo dia. Em post it’s mentais organizo uma
a uma as tarefas a serem cumpridas.
Datas, datas e
mais datas. E eis que o mês passa e os olhos nem percebem. E dia após dia, a
sensação de que se vive um dia a menos. Melancólico e exagerado, mas
verdadeiro. Fazemos planos, estabelecemos metas e nem ao menos sabemos se vamos
cumpri-las, mas se vivermos pensando no amanhã, deixaremos o hoje de lado e ele
se tornará ontem.
As palavras presentes
aqui traçam uma cronologia bagunçada de uma pré-jornalista confusa. Meio sem
nexo, digito um texto dirigido aos leitores que também se sentem assim. Afinal,
todos nós estamos sujeitos a essas confusões. Faz parte da idade, do momento,
da vida de quem ainda precisa construir um futuro.
Tem dias em
que um simples “bom dia” de um desconhecido na rua me faz pensar em como ainda
existem pessoas gentis, que agem sem esperar nada em troca. Já em outros, até
os elogios me cansam, por pensar que existem pessoas que só agem por interesse.
Tristes, prazerosos,
depressivos ou emocionantes. Cada dia é um novo recomeço, mesmo que contínuo de
uma atividade já realizada, ainda sim pode ser surpreendente.
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