Depois de meses sem postar eu não
podia deixar o blog sem uma reflexão de fim de ano. É tradicional pensarmos em
como o tempo passou rápido e esperar que o próximo ano seja sempre melhor do que
o que passou.
De 2012 eu não tenho que
reclamar. Foi um ano intenso, de emoções inexplicáveis e vitórias
inacreditáveis. Do campo acadêmico ao amor (Ah, o amor!). Pelo suspiro que dei
ao escrever essas palavras acho que já deu pra entender como ele é bom pra mim.
Ah, a amizade... 2012 foi também um ano de fortalecer as velhas, mas
insubstituíveis amizades e de descobrir novas. Sobre as velhas, essas são
sempre boas, confortáveis, nos deixam à vontade pra ver que o tempo é senhor e
que quem é verdadeiro fica, apesar de qualquer distância ou dificuldade. Assim
os anos passam e eles estão sempre ali, os verdadeiros amigos. Já os novos vêm
por acaso. É sempre momento de se permitir conhecer alguém especial e quando é
pra ser, ele vem e fica. Quando eu menos esperava, a vida me deu um novo amigo,
daqueles que mesmo em pouco tempo já marcou muito.
Dos sorrisos às lágrimas, nós
somos feitos de sentimentos. Em algumas pessoas esse viral se manifesta com
menor intensidade, mas em mim ele transborda e eu não tenho medo de sentir. A
não ser que seja sentir a perda... Isso é triste, mas também faz parte da vida.
Não falo de morte porque, felizmente, não aconteceu esse ano. Mas me refiro às
pessoas que ficam pelo caminho, pois com o passar dos dias nos afastamos e nos
aproximamos de sujeitos que acredito serem pontos de luz. São pessoas que
precisavam surgir em determinados momentos da nossa vida pra nos ensinar algo,
nos transmitir alguma mensagem que era importante exatamente naquela hora e
depois elas se vão. Desse fato tiro uma impressão: nós aprendemos a lidar com
cada pessoa no momento certo e a entender que a vida é uma missão. Por isso,
tantos altos e baixos, tanta instabilidade e insegurança.
Tudo isso faz parte do
crescimento e a gente entende conforme a vida passa. Ela passa tanto que aqui
estou eu, prestes a entrar no último ano de faculdade, com 20 anos de idade e a
dificuldade de entender que eu não posso mais viver como se tivesse 15. Oi
responsabilidade! Apesar do pouco tamanho, está na hora de crescer
menina-mulher.
Assim, quero que 2013 seja vivido
como se fosse o último, mas não da minha vida, e sim de um ciclo. Seguindo os
pensamentos maias, quero que esse ano seja redondo, que eu faça tudo o que
tiver que fazer, passe por tudo o que tiver que passar e, no fim, tenha a
certeza de que cumpri toda a minha missão deste ano e que mais que tudo eu seja
feliz.
A todas as pessoas que me
arrancam sorrisos no dia-a-dia, FELIZ ANO NOVO!
