Passadas as festas de fim de ano, é hora de recomeçar. Não sei se o recomeço é pior ou melhor que o começo, mas, de fato, é diferente. No momento em que me encontro, considero 2011 a hora de refletir tudo o que aconteceu no ano que acabou e considerar válidas todas as experiências.
Não estou mais fadada a deparar com o incerto como foi o inicio de 2010, afinal agora me tornei veterana, pelo menos é assim que se declara quem conseguiu entrar no segundo ano de graduação. A insegurança e a solidão de se deparar com pessoas nunca antes conhecidas deram lugar a experiência de agora me tornar anfitriã daqueles que passarão por situações semelhantes. Pelo menos neste aspecto posso dizer: sou veterana.
Mas o incerto é “uma pedra no sapato”, algo que sempre está presente em tudo que vamos fazer. A voz da consciência acaba falando mais alto em nossa mente soprando uma perguntinha que nos intriga: você tem certeza disso? E por mais que tivéssemos, a pergunta acabou com toda ela e dúvida surgiu para nos incomodar.
Nesse âmbito, sempre seremos bixos, ou seja, crus de certezas absolutas, mas prontos para descobri-las. É uma época de novas descobertas, nossas pessoas, novas cidades, nova vida!
De certa maneira, mesmo já tendo acostumado com a vida universitária, quero me considerar bixete no que diz respeito a novas descobertas, quero aproveitar todas as oportunidades boas que surgirem e consolidar as que já me foram apresentadas.
A vida é uma caixinha de surpresas, mas se fosse tudo muito óbvio nada teria tanta graça, porque o ato de conseguir desvendar as coisas que nos intrigam é a arte de viver e ser feliz. E aconselho, aproveite cada minuto daquilo que faz bem, pois pode ser passageiro, no entanto ficará marcado e essas lembranças nunca serão esquecidas.
Assim, deixo aqui uma frase muitas vezes dita por uma querida amiga: “NÃO SE APAIXONE PELO DESTINO, SE APAIXONE PELA VIAGEM”.
E que essa lhe deixe marcas boas!

