quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Vivendo de longe

Vista do Edifício Executivo 

Hoje está sendo um dia diferente pra mim. Resolvi escrever para passar o tempo e me dei conta de que o tempo é um fenômeno que, às vezes, dói.
Passamos por coisas na vida que queremos esquecer, mas tem algumas que gostaríamos de viver mais e mais. E é difícil sentir saudade, saudade de um tempo que já foi, saudade desse tempo que foi bom.

Somos recém-formados, mas ainda não cortamos o cordão umbilical que nos liga à vida universitária. Percebi isso ao ver várias postagens de amigos e colegas relacionadas à Frutal, à UEMG e à volta as aulas.
É estranho saber que não estaremos lá depois de tanto tempo passando férias e voltando para o nosso cantinho, mas essas tais férias já não existem.

Se cada um de nós parar um minuto pra pensar em tudo o que vivemos, tenho certeza que será impossível não sorrir sozinho, lembrando das coisas mais bobas e felizes.
E aí, eu me pergunto: por que é tão complicado crescer? Aceitar que aquela vida foi uma fase passageira e que agora a etapa é outra?
Quantos de nós não gostaríamos de voltar a viver aquele momento?

Mas, agora, sabemos que já fizemos a nossa parte, já vivemos a nossa história e já deixamos a nossa marca.

Nos resta observar e viver de longe com duas certezas: a de que essa época não volta, mas também jamais será esquecida dentro de nós.  oje Hoje

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