sábado, 7 de maio de 2011

Elas!

      Apresento-les Sirlei Buzzo Minani. 38 anos. Mãe de dois filhos e a mulher mais linda do mundo.


Sabe aquela história de que o dia das mães é todo dia? Então. É a mais pura verdade. O segundo domingo do mês de maio, é somente uma data simbólica, que propagada no mundo inteiro, agora é tida como oficial.
Só sei que foi no dia 19 de novembro de 1972 que Deus permitiu a vida a mais linda das mães, a minha. Que bajulação né? Mas, é claro. Temos a nossa mãe como a melhor do mundo e comigo não seria diferente.
A mulher é pequena, parece indefesa, mas é brava que nem leão. Acho que tenho pra quem puxar (risos). Há 18 anos ela cuida de mim, me dá carinho, amor, me compreende, me escuta, me ajuda, não me subestima, me apóia. No entanto, não deixa de ser aquela que chamo de “chata” quando não faz o que eu quero. Faz parte. Afinal, mãe é mãe e faz isso justamente porque lhe cabe, com a justificativa de que é para o nosso bem. E não é que a espertinha está certa. Quantos de nós já teimamos em contrariar nossas mães e por fim, acabamos nos dando mal e tendo que voltar cabisbaixos e admitindo que elas tinham razão? Não tem coisa mais irritante que isso, porque essa “praga de mãe” pega. E pega mesmo.
Mães podem ser de todo jeito. Não há rótulo, não há cor, e nem ao menos precisa haver laços de sangue. Descobri isso quando me deparei com uma pauta sobre adoção na ultima edição o Jornal 360. Ao entrevistar uma assistente social e que por um acaso é mãe biológica e adotiva, percebi o quão grande é o amor que ela tem pelos filhos e o quão discriminável é o fato da filha ser adotiva. Para ela não importa. É mãe dos dois e pronto. A partir disso comecei a ter um olhar diferente sobre a situação. Muitas vezes somos colocados a ver a imagem da criança abandonada pela família e o que nos resta? Sentir pena, dó. E tudo isso está errado. Devemos considerá-la como uma criança que agora, depois de adotada, tem uma família de verdade e que vai crescer como qualquer outra criança feliz.
Depois dessa breve reflexão sobre o ato de ser mãe, sem mais rodeios, quero terminar esse post dizendo o que, de fato, era pra ser dito desde o principio. Desejar para todas as mães um FELIZ DIA DAS MÃES, porque eu sei que elas são guerreiras por nos aguentarem, mas que também não seriam tão felizes se não existíssemos.
É isso!

3 comentários:

  1. verdadeverdadeiramenteverdade,haha

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  2. Pois é Priscila. Até fazendo homenagens para as mães você usa o dom da escrita. Parabéns para você. A Cada leitura é uma doce suspresa. Beijos do Padrinho Valdir.

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